Segundo a investigação, o empresário havia deixado de comprar combustíveis da Shell há cerca de um ano, mas continuava utilizando a bandeira da marca em seus postos, recebendo produtos de empresas que fariam parte do esquema de produção e distribuição ligado ao PCC. As fraudes, conforme a polícia, ocorriam em pelo menos 200 postos pertencentes a Jau.
Disputa legal
O processo movido pela Shell, pede que o empresário retire todas as características visuais da marca de seus postos, sob a justificativa de que ele quebrou o contrato de exclusividade e causou danos à imagem da companhia. A ação ainda não foi analisada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
FONTE ALO JUCA
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