Segundo o Sindicato dos Bancários, os empregados foram expostos a risco ao trabalhar sem a presença dos profissionais de segurança
Foto: Reprodução/Google Street View
Entre 12 e 18 de março de 2020, trabalhadores da segurança privada paralisaram suas atividades no estado. Mesmo sem vigilantes, o Bradesco manteve a agência de Eunápolis em funcionamento. Segundo o Sindicato dos Bancários do Extremo Sul da Bahia, os empregados foram expostos a risco ao trabalhar sem a presença dos profissionais de segurança.
O banco alegou que, no período da greve, a unidade operou apenas com expediente interno, sem atendimento ao público, e argumentou ainda que o sindicato não teria legitimidade para mover a ação em nome dos trabalhadores.
A Justiça do Trabalho, porém, considerou depoimentos que confirmaram que os bancários registraram ponto e desempenharam suas funções normalmente nos dias da paralisação. Assim, a condenação foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) e ratificada pelo TST. O relator do processo, ministro Cláudio Brandão, reforçou que o sindicato pode, sim, ingressar com ação coletiva mesmo sem apresentar a lista individualizada dos empregados.
O Bradesco ainda pode recorrer.

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