Desembargador considera frágil indício usado para justificar prisão do vereador
Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Segundo a decisão, a prisão foi baseada principalmente em uma mensagem enviada por um investigado em que aparece apenas o primeiro nome do vereador. O magistrado avaliou que o elemento é insuficiente para justificar a medida, destacando ainda que a conversa ocorreu há mais de um ano e não apresenta comprovação direta de participação do político em atividades da organização.
Com a soltura, o vereador terá de cumprir algumas restrições, como não deixar o estado por mais de 15 dias sem autorização da Justiça e evitar contato com outros investigados. A operação policial que levou à prisão de Salvino integra apuração sobre a atuação da facção em comunidades do Rio e possíveis relações com agentes públicos.
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