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terça-feira, 12 de maio de 2026

Cantor Ed Motta nega injúria após ser acusado de chamar funcionários de “paraíba”

 Cantor negou à polícia ter usado o termo de forma ofensiva e afirmou que se sentiu “chateado e desprestigiado” após cobrança de taxa de rolha em restaurante


Foto: Reprodução/Internet

Por: Metro1 no dia 12 de maio de 2026 

O cantor Ed Motta afirmou em depoimento à 15ª DP (Gávea), no Rio de Janeiro, que se sentiu “chateado e desprestigiado” após ser cobrado pela taxa de rolha no restaurante Grado, no Jardim Botânico, onde se envolveu em uma confusão no último dia 2.

Segundo os termos da declaração obtidos pelo g1, o artista relatou que frequenta o restaurante há cerca de nove anos e que costumava levar suas próprias garrafas de vinho sem cobrança adicional. Na noite da confusão, porém, a casa aplicou a taxa devido ao número de pessoas na mesa.

Ed afirmou que reclamou com o gerente após ser informado da cobrança e que ficou “extremamente chateado” com a situação. Ainda segundo o depoimento, o cantor disse: “Nunca mais volto aqui”.

O artista também comentou o momento em que arremessou uma cadeira dentro do salão. Segundo ele, o gesto ocorreu “sob influência da emoção” e sem intenção de atingir ninguém.

“Ainda sob influência de emoção, pegou uma cadeira e arremessou-a ao chão, sem a intenção de acertar qualquer pessoa”, diz o depoimento.

Funcionários do restaurante, no entanto, apresentaram outra versão à polícia. Em depoimento, um empregado afirmou que Ed Motta fez ofensas xenofóbicas durante a discussão e se referiu ao barman como “paraíba”.

Segundo o relato, o cantor teria dito frases como: “Nunca vi esse babaca rindo. Está sempre de mal com a vida, esse paraíba”. Em seguida, ainda conforme o funcionário, Ed declarou: “Vou embora antes que eu faça alguma coisa com um desses paraíbas” e “Cambada de paraíba”.

O depoimento aponta ainda que o cantor teria encerrado a discussão dizendo: “Vai tomar no c* seu filho da put* paraíba”. Ed Motta negou à polícia ter ofendido funcionários e afirmou que não praticou injúria preconceituosa.

Além da investigação por injúria por preconceito, a polícia também apura agressões ocorridas durante a briga. Um amigo do cantor é investigado por lesão corporal após a denúncia de que frequentadores do restaurante foram atingidos com um soco e uma garrafa. A delegada Daniela Terra informou que novas testemunhas ainda serão ouvidas nos próximos dias.

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