FEMINICÍDIO BRUTAL: suspeito de matar corretora é preso em Lauro de Freitas - RIACHO DA GUIA NEWS

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

FEMINICÍDIO BRUTAL: suspeito de matar corretora é preso em Lauro de Freitas


 O homem condenado por matar a corretora Janaína Silva Silveira, foi preso na última segunda-feira (1º), no bairro Caji, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

O mandado de prisão contra Aidilson Viana de Sousa, de 52 anos, foi cumprido por policiais civis da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter). O mesmo estava sendo considerado foragido por quase dois meses.

Em entrevista ao Alô Juca nesta quarta-feira (3), uma prima da vítima contou como era a convivência com a familiar e quanto o relacionamento amoroso era conturbado. Emocionada, Tuca relatou que Janaína foi ameaçada e agredida diversas vezes, e que precisou ir socorrê-la nos momentos de angústia.

De acordo com a mulher, o suspeito teria saído do primeiro julgamento sem demonstrar arrependimento e dando risada dos familiares da vítima, após ser condenado e liberado. Em nova decisão, o homem teve a prisão decretada. A prima desabafou que tem esperança que dessa vez, a justiça seja feita e ele permaneça preso.


Relembre o crime


A corretora de imóveis foi encontrada morta em um apartamento no bairro do Barbalho, em Salvador, onde vivia com o companheiro, principal suspeito de cometer o crime no dia 11 de novembro de 2017. A vítima recebeu diversas facadas.

O homem feriu Janaína que, mesmo após estar ferida, conseguiu rastejar e trancar ele para fora do apartamento. Depois, vizinhos contaram que ouviram uma briga do casal, algo que era bastante comum.


O corpo da mulher foi localizado pela filha dela, após a jovem de 27 anos não conseguir falar com a mãe durante o dia e decidir ir até a casa da corretora para saber o que tinha acontecido.


Aidilson chegou a ser preso pelo crime ainda no ano de 2017, poucos dias após cometer o crime. Porém, o período da prisão temporária foi finalizado em 14 de dezembro de 2017 e ele foi posto em liberdade. Seis anos depois, no ano 2023, o homem chegou a passar por um julgamento e foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.

FONTE ALO JUCA

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