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quarta-feira, 8 de julho de 2026


 A investigadora da Polícia Civil, Taiza Cardoso Silveira, chamou a atenção durante uma reportagem ao vivo no programa Alô Juca, na TV Aratu, na tarde desta quarta-feira (8). 

A reportagem acompanhava a chegada de um suspeito de feminicídio na delegacia, que foi preso poucas horas após o crime. Na chegada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Itapuã, o suspeito, vulgo “Boroga”, saiu da viatura já fazendo o sinal de 2, indicando envolvimento com a facção Comando Vermelho. Após isso, a investigadora empurrou o microfone da repórter e, em seguida, cobriu o rosto do preso de forma excessiva. A servidora pública ainda ficou insultando e hostilizando a equipe de reportagem. Em uma das imagens, ela aparece dando risada de forma sarcástica após toda essa situação. 

Rapidamente a imagem chamou a atenção e despertou comentários nas redes sociais. “A investigadora tem interesse em proteger traficante e assassino? Tá certo isso?”, questionou um internauta. Entre os comentários publicados estão: “Achei que ela fosse advogada do cara”, “Estranho a proteção dessa investigadora aí, viu” e “Pera aí, uma mulher defendendo um cara que acabou de matar outra mulher? Inacreditável.”

A prisão de “Boroga” aconteceu após um trabalho de excelência feito pela equipe DH Atlântico, do DHPP, que conseguiu localizar o feminicida três horas após o crime. 

A equipe de reportagem do Alô Juca entrou em contato com a Polícia Civil para pedir um posicionamento sobre o comportamento da investigadora e segue aguardando um retorno. Já o suspeito está preso e segue à disposição da justiça.

Em nota, a SSP se manifestou sobre o caso: A Secretaria da Segurança Pública informa que determinou à Polícia Civil apuração dos fatos e enfatiza o respeito e parceria com os veículos de comunicação, que diariamente realizam coberturas jornalísticas das operações Policiais e de Bombeiros.

FONTE ALO JUCA

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