Após a prisão do cabo Deivison dos Santos Ferreira, o Exército negou que tenha ocorrido roubo de armas e granadas do 6º Batalhão de Polícia do Exército (6º BPE), em Salvador.
Em nota, a corporação afirmou que não constatou desvio de armamento da unidade e esclareceu que não possui nem utiliza granadas de mão de efeito explosivo letal. O Exército, porém, instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar um eventual desvio de munição durante um exercício em Paulo Afonso.
Investigações da Polícia Civil e do Ministério Público da Bahia (MPBA) apontam que o cabo é suspeito de fornecer armas, munições e granadas para o tráfico de drogas. A análise do celular de Gabriel Reis Oliveira, apontado como comprador e revendedor de armas para facções, indicou que o militar teria negociado cerca de mil munições de fuzil nos calibres 5,56 e 7,62 para um dos grupos criminosos investigados.
Segundo as apurações, o cabo usava apenas um emoji para esconder a identidade nas conversas, mas acabou sendo identificado após fornecer dados pessoais, incluindo CPF e a chave Pix usada para receber os pagamentos. As investigações continuam para definir a quantidade exata de artefatos que teria sido comercializada.
FONTE ALO JUCA
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