A ferramenta utiliza imagens da lesão na pele e dados clínicos como base
Foto: Reprodução/Alexandre Silva/TV Brasil
As doenças que podem ser identificadas são esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, lobomicose, cromoblasomicose, tuberculose cutânea e lesões advindas da picadas de aranha marrom.
O aplicativo que viabiliza o uso da ferramenta foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica e pode ser usado em locais que não têm conexão com internet. A taxa de acerto do aplicativo é de cerca de 80%. O intuito é que a inteligência artificial seja usada como apoio, mas não como substituição da avaliação clínica que é realizada pelos profissionais.
Cerca de 1,4 mil pacientes já foram analisados em estudo com o aplicativo, que conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes é importante para treinar a IA com exemplos diferentes.


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